quarta-feira, 23 de junho de 2010

Antigo prédio do Centro de Saúde, nos anos de 1980..
Início da Av. Rui Barbosa (começo dos anos 1980), entrada da Cidade.
Av. Oswaldo Cruz, entre Rua Enoch Jose de Castilho e Rua Izabel de Almendro Liria.

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Paço Municipal, no início, logo após Glicério ter sido elevado à categoria de Município.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Estações antigas - 2


A estação de Glicério em 1922, com o novo prédio recém-entregue. Era a segunda estação, construída no lugar da primeira, demolida.



Fonte:

http://www.estacoesferroviarias.com.br/g/glicerio.htm

Estações antigas - 1


Estação original de Glicério em 1919....




Fonte:

http://www.estacoesferroviarias.com.br/g/glicerio.htm

Estações antigas - 3

A segunda estação em 1948, ainda no traçado antigo da linha ferroviária...

HISTORICO DA LINHA: A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906, seguindo a partir de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905, até Presidente Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia Lauro Müller, em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens do rio Paraná, em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com balsas, para chegar a Corumbá, na divisa com a Bolívia, anos depois. O trecho entre Araçatuba e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê em região infestada de malária, foi substituído nesse ano por uma variante que passou a ser parte do tronco principal, enquanto a linha velha se tornava o ramal de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou a fazer parte da RFFSA. Transportou passageiros até cerca de 1995, quando esse transporte foi suprimido. Em 1996, a RFFSA deu a concessão da linha para a Novoeste, que transporta cargas até hoje.

A ESTAÇÃO: A estação foi inaugurada em 1908 como General Glicério, nome simplificado mais tarde para o atual, Glicério. Seu limite, pelo fundo, confrontava-se com o córrego Água Limpa, também chamado de córrego da Estação. Deu origem à atual cidade, onde o arruamento foi demarcado paralelamente à esplanada da estação, cujas divisas, estranhamente, não eram paralelas à linha, em 1913. (Fonte: Nilson Ghirardello, "À beira da linha", Unesp, 2002) Em 1922, foi construída uma segunda estação, no mesmo lugar da primeira. Por volta de 1950, esse prédio foi desativado como estação e substituído por outro, na variante ali construída, a terceira estação. O prédio da segunda estação sobreviveu mas hoje está bastante descaracterizado. Quanto à terceira, já foi desativada há anos; teve algumas portas fechadas com tijolos, tendo sido também descaracterizado. É utilizado hoje pela ALL.


Fonte:

http://www.estacoesferroviarias.com.br/g/glicerio.htm